Adota o protocolo do cliente
SARA
Devolva aos seus operadores as horas perdidas em chamadas que não são emergências
SARA é parametrizada com o catálogo, roteiros e matrizes do seu centro. Filtra improcedentes com rastreabilidade; ante qualquer dúvida transfere para um humano com a tela já preenchida. Você verifica as métricas.
“Sinal de emergência ou dúvida razoável. Transferindo para operador com contexto.”
Ilustração — não é uma linha ativa
Um padrão documentado em muitas jurisdições
Os centros de atendimento saturam operadores com chamadas que não são emergências enquanto as críticas competem pelo mesmo canal. Apresentamos cifras verificáveis por jurisdição — não um agregado inventado.
Exemplo: jurisdição metropolitana (CO)
~22k/dia
~70% improcedentes em um centro metropolitano de exemplo
Alcaldía de Bogotá / SDSCJ · abr 2025Desgaste humano, não só ineficiência
As improcedentes incluem brincadeiras, chamadas mudas, insultos e assédio verbal a operadores. Isso alimenta rotatividade e dano à saúde mental do pessoal — um custo que os centros já medem internamente.
Orçamento de modernização
Existem verbas crescentes para fortalecer operação e tecnologia de centros de comando e controle. Exemplo citado: investimento 2025 para capacidades de um centro metropolitano no âmbito do seu plano integral de segurança.
PISCJ 2024–2027 · citado por Alcaldía de Bogotá · abr 2025Ruído operacional
Operadores filtram consultas, brincadeiras e discagens erradas enquanto emergências reais esperam o mesmo recurso humano.
Risco de automatizar mal
Começar por triagem de vida ou morte sem histórico nem métrica de falsos negativos é o caminho de maior risco jurídico. O wedge correto é o filtro de improcedentes.
SARA adota o seu protocolo — não o contrário
Cada centro tem catálogo, roteiros e matrizes construídos por consenso institucional. SARA os carrega antes da primeira chamada. Não traz um procedimento novo: executa o seu de forma automatizada, rastreável e auditável.
Catálogo de tipificação
Códigos, aliases, nomes e descrições de cada tipo de incidente do catálogo de incidentes do cliente.
Circunstâncias modificadoras
Códigos que alteram procedimento, prioridade ou agências ativadas.
Perguntas obrigatórias por tipo
Questionário que deve ser concluído antes de fechar a documentação.
Matriz de áreas por agência
Cada agência divide o território de forma distinta; SARA resolve todas simultaneamente.
Matriz de transferência e cópia
Para quem se transfere a voz e para quem se copia o incidente, por código.
Códigos de disposição
De fechamento (obrigatórios em toda chamada) e de informação (estatísticos).
Roteiros
Textos formais que SARA reproduz literalmente, inclusive os de contingência.
Matriz de prioridade
Alta, média e baixa segundo o consenso entre as agências do cliente.
Se a entidade não tiver algum desses artefatos formalizados, essa lacuna é documentada como risco antes do desdobramento. SARA não a preenche com critério do fornecedor.
Cinco rotas
A decisão mais importante do sistema. Cada rota com destino claro e viés a humano ante dúvida.
Risco vital, crime em andamento, incêndio, emergência médica grave, ou qualquer dúvida razoável.
Transferência imediata para operador humano
Não há voz ou é ininteligível, sem sinais de risco.
Protocolo de indagação
Brincadeira, insulto, assédio, chamada acidental, consulta alheia à linha.
Fechamento com roteiro autorizado
Solicitação de informação, estado de um recurso, reclamação.
Derivação ao canal administrativo
Incidente fora do território do centro.
Roteiro de derivação + notificação à autoridade competente
Passo a passo — o que SARA faz e o que o humano decide
Tempos-alvo de referência, configuráveis por cliente. Ante dúvida, escala.
SARA propõe, o operador confirma.
- 010 s
Ingestão
SARA · Situa-se à frente da fila, atende no primeiro toque e escala em picos.
Humano · A fila humana fica para o que for escalado.
- 020–3 s
Saudação e declaração
SARA · Roteiro institucional literal + declaração de assistente automatizado e gravação.
Humano · —
- 033–15 s
Classificação de rota
SARA · Atribui rota A–E segundo regras duras.
Humano · Supervisão de limiares e exceções.
- 04< 10 s
Rota crítica: transferência com contexto
SARA · Transfere; não pede para repetir. Tela preenchida: transcrição, resumo, tipificação sugerida, localização parcial, sinais.
Humano · Escuta e decide com contexto pronto.
- 05Config.
Rota sem voz: indagação
SARA · Duas indagações com intervalo; analisa áudio de fundo. Qualquer sinal → rota A.
Humano · Recebe só se escalar.
- 06Em paralelo
Documentação
SARA · Localização, tipo e comentários; primeiro as perguntas obrigatórias do catálogo.
Humano · Confirma ou corrige campos críticos.
- 07—
Tipificação sugerida
SARA · Código e circunstância com confiança e evidência textual.
Humano · Confirma ou corrige. SARA propõe, o operador confirma.
- 08—
Geolocalização validada
SARA · Valida contra a cartografia do cliente (coerência, inversões, dígitos).
Humano · Fixa o ponto.
- 09—
Adjudicação de áreas
SARA · Resolve a unidade territorial administrativa de cada agência ao mesmo tempo.
Humano · Confirma limites territoriais ambíguos.
- 10—
Detecção de duplicados
SARA · Associa candidato e alerta; nunca fecha duplicado sozinha. Conserva info do segundo chamador.
Humano · Decide a associação.
- 11—
Transferência e cópia
SARA · Duas decisões distintas segundo a matriz do cliente. Sem confirmação não há fechamento.
Humano · Acompanhamento de confirmações.
- 12—
Disposição e entrega ao CAD
SARA · Código de fechamento em toda chamada; entrega no formato nativo do sistema de despacho (CAD) do cliente.
Humano · Confirma fechamento em procedentes.
Métricas operacionais
Em medição
Taxa de falsos negativos
Emergência real não escalada a humano. Objetivo: zero. Métrica de capa.
< 10 s
Latência de transferência crítica
Objetivo de desenho ante sinal crítico — não resultado de produção.
Em medição
% improcedentes sem operador
Indicador do wedge comercial do filtro.
Em medição
Tempo de operador liberado / turno
Acordado por escrito no piloto.
Em medição
Disponibilidade (SLA)
Compromisso contratual por ambiente de desdobramento.
Autonomia por níveis
Escada para instituições conservadoras. Cada avanço exige evidência e simulacro de failover.
| Nível | SARA faz | SARA não faz | Critério para avançar |
|---|---|---|---|
| L0 — Observador | Escuta e transcreve chamadas já atendidas por humanos | Nada ao vivo | Operação estável; exatidão de transcrição validada |
| L1 — Auditor | Avalia 100% das chamadas contra a rubrica do cliente | Não toca a chamada | Concordância com avaliadores humanos |
| L2 — Copiloto | Pré-carrega campos enquanto o operador atende | Não atende chamadas | Menor tempo de trâmite sem aumento de erros |
| L3 — Filtro sem voz | Atende e fecha chamadas sem voz | Não atende chamadas com voz | Zero falsos negativos no período de medição |
| L4 — Filtro de improcedentes | Atende e fecha improcedentes com voz | Não documenta incidentes procedentes | Zero falsos negativos sustentado + aceitação do supervisor |
| L5 — Recepção assistida | Atende, documenta, tipifica e geolocaliza; entrega ao humano | Não despacha. Não fecha procedentes. Não decide prioridade final | — |
Não existe um nível L6. O despacho autônomo não está no roadmap deste produto.
Estado atual (honesto): validação de L0 / preparação de L1.
Auditoria de 100% com a sua própria rubrica
Os centros já avaliam qualidade por amostragem porque não dão conta. SARA aplica a mesma rubrica do cliente a 100% das chamadas — humanas e automatizadas.
Categorias típicas do cliente (configuráveis)
- →Entrega falta detectada, categoria, peso e evidência ancorada: áudio e transcrição com marca de tempo.
- →A avaliação automática é insumo, não veredicto; toda consequência disciplinar exige validação humana.
- →SARA audita a si mesma com a mesma rubrica.
O que acontece quando algo falha
SARA não pode ser ponto único de falha. A degradação é sempre em direção a menos autonomia.
Falha o sistema de despacho do cliente
Detecta indisponibilidade, muda para o canal de contingência definido pela entidade, documenta em fila persistente, não aplica código de fechamento até tramitar, e ao restabelecer sincroniza por prioridade com ata de novidades.
Falha a telefonia
Segue o canal alternativo se possível; se não, retira-se limpa liberando a fila para postos humanos sem perder chamadas.
Falha SARA
Failover automático para bypass em menos de 3 segundos. A linha opera como antes. Chamadas ativas passam ao operador com o contexto capturado. Zero chamadas perdidas.
O modelo se degrada
Latência alta, ASR degradado ou confiança em queda disparam modo conservador, depois passivo, depois bypass. Nunca em direção a mais autonomia.
Modos de operação
O supervisor de turno pode colocar SARA em modo passivo com um clique, sem reinício.
Cada avanço de nível exige um simulacro de failover documentado com ata.
Desdobrável em qualquer jurisdição
SARA não assume número de emergência, quantidade de agências nem modelo de sala. Tudo é configuração.
Independência institucional
Não assume número único, quantidade de agências, despacho unificado ou por transferência, nem se recepção e despacho estão na mesma sala. Adaptar um país não é desenvolvimento sob medida.
Língua e variante regional
ASR sobre áudio telefônico real (ruído, choro, gritos, fala sobreposta) na variante do país. Vários idiomas no mesmo centro e centro de relevo quando a entidade o oferecer. Estado: em validação.
Padrões e arquitetura
Integração com arquiteturas de nova geração e padrões da associação de referência de cada região. Nuvem, on-premise ou híbrido.
Conformidade por jurisdição
Marco adaptável: proteção de dados aplicável, voz como dado biométrico, retenção contratual, sistemas de alto risco sob regimes de IA baseados em risco. Auditoria algorítmica reproduzível com evidência.
Soberania de dados
Dados em infraestrutura sob controle da entidade quando a jurisdição o exigir: on-premise ou VPC dedicada, inferência e armazenamento no perímetro acordado — não só uma vinheta.
Onde jogamos
Não afirmamos liderança nem primazia. Há atores globais e locais com IA em centros de atendimento de emergência. Nossa vantagem é protocolar, soberana e acessível.
Contexto de mercado verificável de forma independente: plataformas globais (p. ex. Carbyne/Axon, Motorola Solutions, Prepared) e operadores regionais já usam IA na classificação; startups como Aurelian cobrem vários idiomas incluindo espanhol. Verifique antes de decidir.
- • Desenho nativo para protocolo e jargão operacional locais — não tradução de um produto estrangeiro
- • On-premise / híbrido com soberania de dados
- • Custos compatíveis com orçamentos públicos de mercados emergentes
- • Acompanhamento no mesmo fuso horário e idioma
O que SARA não faz
Mesmo peso que as capacidades. Em missão crítica isso gera confiança.
- Não despacha recursos. Nenhuma unidade é mobilizada por decisão de SARA.
- Não fecha incidentes procedentes sem confirmação humana.
- Não determina a prioridade final do incidente.
- Não substitui o operador; reduz a sua carga.
- Não modifica o catálogo, os roteiros nem as áreas do cliente.
- Não documenta o que não ouviu: todo campo se ancora a áudio com marca de tempo.
- Não insiste quando a pessoa pede falar com um humano.
- Não opera sem plano de contingência testado e com ata de simulacro.
Para quem
Privado primeiro onde o ciclo é curto; institucional com o mesmo respeito ao protocolo.
Cliente privado
Segurança corporativa, administração de condomínios residenciais, operadores de ambulância privados e clínicas com linhas de urgências: sem licitação pública, semanas — não anos — e áudio real na variante local.
Agendar demonstraçãoSegurança privada e residencial
Filtro de improcedentes e transferência com contexto
Centros de atendimento de emergência
Adoção do protocolo institucional; pilotos com critérios escritos
Centros de comando e controle
Continuidade, auditoria e soberania de dados
Agência policial
Recepção e tipificação assistida com confirmação humana
Agência sanitária
Absorção de ruído; documentação estruturada
Agência de bombeiros / gestão de risco / trânsito
Matrizes de área e cópia segundo o catálogo de incidentes do cliente
Governo local
Modernização com evidência e rastreabilidade
Conformidade, segurança e responsabilidade
Mecanismos concretos, não slogans. O marco se adapta à jurisdição do cliente.
Controle humano
Transferência automática ante sinal ou dúvida; despacho e fechamento procedente só com confirmação humana. Rota A não volta para SARA.
Dados sensíveis
Gravações de voz podem ser dado biométrico; localização, saúde e dados de vítimas sob finalidade, minimização, necessidade e proporcionalidade do regime aplicável.
Retenção e minimização
Definidas contratualmente por desdobramento. Sem uso de áudio do piloto fora do escopo acordado.
Rastreabilidade e auditoria
Registro imutável, capacidade probatória, exportação com selo de integridade. Reprodução de por que se classificou uma chamada.
Degradação segura
Ante falha de modelo, rede ou fornecedor: menos autonomia, bypass para humano, sem ponto único de falha.
Marcos de IA e dados
Preparação para regimes baseados em risco e leis de dados pessoais aplicáveis em cada país do cliente — não um único estatuto nacional como escopo do produto.
Certificações
Não publicamos certificações de produto em produção. Plano: controles, evidências de auditoria e roadmap de certificação por desdobramento. A organização construtora é AWS Partner.
Quem constrói SARA
Construída por {org}. Publicaremos nomes reais antes de tratar esta seção como definitiva.
Vimos centros saturados de improcedentes e software que exige mudar o protocolo do cliente. SARA faz o contrário.
Os perfis nominados (nome, foto, LinkedIn e dedicação) serão publicados quando a equipe autorizar a aparição.
HA
Foco em sistemas 7×24×365
Voz / telco
Áudio telefônico real, não demos de laboratório
AWS Partner
Organização construtora — Partner AWS
“Preferimos limites visíveis e métricas mensuráveis a promessas de liderança.”
Programa de pilotos
Alcance definido, sem custo de licença na prova, critérios de sucesso por escrito e opção de continuidade. Beta fechada: não apta para produção.
- →Protocolo de escalonamento e duração definidos (p. ex. semanas)
- →Sem custo de licença durante o piloto; continuidade sujeita a avaliação
- →Acompanhamento no fuso horário e idioma da equipe
- →Medição das métricas publicadas no fluxo
Critérios de sucesso
- •Taxa de falsos negativos dentro do limiar acordado (métrica principal)
- •Latência de transferência na rota crítica dentro do objetivo (< 10 s de desenho)
- •% de improcedentes resolvidas sem operador segundo meta escrita
- •Tempo de operador liberado por turno medido e reportado
- •Disponibilidade observada vs. SLA de prova
- •Simulacro de failover com ata
Modalidade de risco mínimo: só L1 (auditoria de 100% com a sua rubrica), sem que SARA toque uma chamada ao vivo.
Este formulário é para interesse de piloto operacional. Investimento e demo privada têm CTAs próprios.
Investimento — modelo de baixo para cima
Sem TAM global sem fonte. Premissas visíveis, faixas e marcos verificáveis.
Seed buscado
$500K–$1.5M
Unidade de cobrança
Modelo proposto: por posto de operador assistido (filtro). Alternativa por chamada filtrada. Lista de preços disponível no data room sob solicitação.
O data room é compartilhado sob solicitação pelo email de investimento.
Solicitar data room / deckFundos ligados a marcos
- Em definiçãoAté o primeiro piloto com sucesso contratual
- Em definiçãoAté N chamadas reais em ambiente controlado
- Em definiçãoSegurança, auditoria e preparação de certificação
Premissas visíveis
- • Unidade de cobrança proposta: assinatura por posto de operador assistido / mês (alternativa: por chamada filtrada). Tarifa pública: em definição (data room).
- • Contagens de compradores são ordens de magnitude para conversa, não forecast auditado.
- • SOM a 3 e 5 anos como faixa.
Centros de atendimento públicos (por país)
Em definição · Em definição
Ciclo institucional; evidência de piloto prévia.
Centros de comando e controle
Em definição · Em definição
Soberania e continuidade como requisitos.
Privado (segurança, residencial, clínicas, ambulâncias)
Em definição · Em definição
Mercado inicial acessível; gera áudio real.
Expansão multi-jurisdição
Em definição · Em definição
Após product-market fit do filtro.
SOM 3 anos
Em definição
Cenário conservador–base.
SOM 5 anos
Em definição
Inclui expansão condicionada a marcos.
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Institucional, privado e investimento — separados de propósito.